A Câmara de Tomar estima arrecadar cerca de 300 mil euros anuais com a taxa, aprovada por unanimidade pelo executivo em 07 de setembro e por maioria na Assembleia Municipal em 28 de setembro, depois de um processo de consulta pública.
A autarquia justifica a criação da taxa com a necessidade de compensar os encargos associados à crescente atividade turística, garantindo receitas para a conservação do património, manutenção do espaço público, promoção do destino e dinamização cultural, sem fazer recair exclusivamente esses custos sobre os residentes.
Na reunião camarária de setembro, o presidente do município, Tiago Carrão (PSD), afirmou que a previsão de receita assentava em cerca de 150 mil dormidas sujeitas a pagamento, depois de consideradas as isenções.
“Sabemos que o turismo tem também, obviamente, um desgaste maior do nosso território, do nosso espaço público”, justificou então o autarca, defendendo a aplicação das receitas em áreas relacionadas com a atividade turística.
O regulamento hoje publicado estabelece que a taxa será cobrada em hotéis, pousadas, alojamentos locais, empreendimentos de turismo rural e parques de campismo e caravanismo, entre outras unidades de alojamento.
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