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A Câmara de Tomar candidatou a requalificação da Escola Gualdim Pais ao Portugal 2030, após perder o financiamento do PRR, ficando com mais de um milhão de euros por assegurar e admitindo novo atraso na conclusão da obra.

“Já perdemos o financiamento do PRR (Plano de Recuperação e Resiliência), como já foi publicamente anunciado, mas podemos anunciar que fomos o primeiro município a submeter a candidatura ao Portugal 2030”, disse a vice-presidente da Câmara, Célia Bonet (PSD), na reunião pública do executivo realizada na segunda-feira.

A autarca, que presidiu à reunião realizada em Olalhas, no concelho de Tomar, distrito de Santarém, explicou que o novo aviso destinado às escolas prevê uma comparticipação de 85%, enquanto o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) assegurava a totalidade do investimento elegível.

“Quando era do PRR era na totalidade, portanto, os 100%, pelo que ficará a faltar ainda cerca de um milhão de euros”, afirmou Célia Bonet.

O executivo aprovou igualmente, por unanimidade, uma prorrogação de 105 dias da empreitada, até 31 de dezembro, embora a Câmara tenha admitido desde já que esse prazo não será cumprido.

“A prorrogação do prazo é inevitável. A obra continua a um ritmo muitíssimo lento.

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