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Numa loja, o pagamento costuma acontecer ao balcão. Mas há negócios em que a venda se faz noutro sítio: à mesa de uma esplanada, numa feira, durante uma visita guiada ou à porta de casa do cliente.

Nesses momentos, a forma de receber pode fazer tanta diferença para o atendimento como a forma de vender.

Em Tomar e no Médio Tejo, esta realidade é familiar a quem trabalha entre o estabelecimento, os eventos locais e os serviços prestados fora de portas.

Um equipamento que funciona bem num ponto de venda fixo pode tornar-se pouco prático quando é preciso circular. Antes de escolher como aceitar pagamentos, vale a pena olhar para os lugares onde o negócio realmente acontece.

Do mercado à esplanada: a venda nem sempre espera pelo balcão

Pense-se numa banca que participa em feiras apenas alguns fins de semana por mês. Ou num café com esplanada, onde o cliente prefere pagar à mesa.

O mesmo acontece com quem faz entregas, presta serviços ao domicílio ou organiza pequenas experiências para visitantes. Em cada caso, obrigar o cliente a deslocar-se a uma caixa fixa acrescenta uma etapa desnecessária.

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