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O movimento ambientalista proTEJO defendeu hoje a divulgação pública e permanente dos dados usados para avaliar o cumprimento da Convenção de Albufeira, considerando que informação divulgada pela APA reforça a necessidade de uma rede ibérica de monitorização dos caudais.

Em comunicado, o proTEJO - Movimento pelo Tejo, com sede em Vila Nova da Barquinha, reage ao esclarecimento da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) sobre os caudais do Tejo, divulgado após uma análise do movimento e da associação ZERO que apontava 14 dias abaixo do mínimo diário de um hectómetro cúbico (hm3), cinco dos quais com caudal nulo, com base nos dados públicos do SNIRH relativos à albufeira do Fratel.

A APA esclareceu que os dados utilizados pelas duas organizações, relativos às afluências à albufeira de Fratel, no distrito de Portalegre, não correspondem à secção oficial prevista na Convenção de Albufeira para avaliar as obrigações de Espanha, situada na barragem de Cedillo.

Na informação que então tornou pública, a agência ambiental indicou terem sido registados em Cedillo cinco dias com volumes inferiores ao limiar de 1 hm3/dia, quatro dos quais acima de 0,90 hm3, e sustentou que não ocorreu qualquer dia com caudal zero naquela secção durante o ano hidrológico 2025/2026.

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