O proTEJO defendeu hoje limites legais ao consumo de água e energia dos centros de dados e uma avaliação ambiental conjunta dos dois projetos previstos para Abrantes, alertando para a pressão sobre a bacia hidrográfica.
Em comunicado, o Movimento pelo Tejo - proTEJO, com sede em Vila Nova da Barquinha, exige que a autorização dos projetos Hyperion, em Alvega, e EDC One, junto ao Pego, ambos no concelho de Abrantes, seja precedida de um Estudo de Impacte Ambiental (EIA) cumulativo.
“O Tejo já não tem margem para ser a torre de arrefecimento da inteligência artificial europeia. Quem quiser instalar-se na sua bacia tem de provar, primeiro, que não vai precisar da sua água”, sustenta o movimento numa tomada de posição hoje divulgada.
O proTEJO defende ainda que os promotores revelem a tecnologia de arrefecimento e o consumo de água previsto, que sejam fixados limites máximos vinculativos de eficiência hídrica e energética e publicados os dados de desempenho de cada centro de dados.
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