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PCP contesta venda da participação da Câmara na Escola Profissional de Tomar. Comunistas defendem que a perda de alunos e as dificuldades financeiras exigem um plano de recuperação da escola, em vez da saída do Município.

A decisão da Câmara Municipal de Tomar de alienar a sua participação na Escola Profissional de Tomar (EPT) está a gerar contestação. Em comunicado, o PCP considera a medida «inaceitável» e alerta que pode abrir caminho à privatização da escola.

Para os comunistas, a redução do número de alunos e as dificuldades financeiras da EPT exigem uma resposta, mas não justificam a retirada da responsabilidade pública. O partido defende que se investiguem as causas da perda de estudantes e se adapte a oferta formativa às necessidades dos jovens e da região.

O PCP propõe mais investimento, melhores instalações e equipamentos, profissionais em número suficiente e melhores condições de estágio e apoio aos alunos. Defende ainda a valorização dos conteúdos curriculares, a redução da carga letiva face à dos restantes estudantes do ensino secundário e a igualdade de oportunidades no acesso ao ensino superior.

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