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PCP contesta taxa turística de dois euros por dormida em Tomar. A proposta aprovada pela Câmara Municipal ainda terá de ser submetida à Assembleia Municipal. Comunistas questionam a finalidade da cobrança e defendem mais investimento público.

O PCP, em comunicado, manifestou-se contra a criação de uma taxa turística em Tomar, depois de o executivo municipal ter aprovado uma proposta de cobrança de dois euros por dormida, até ao máximo de cinco noites. A medida ainda será submetida à Assembleia Municipal, na sessão da próxima segunda-feira, dia 28.

Num comunicado intitulado «Taxa turística em Tomar: para quê e para quem?», o PCP sustenta que a discussão vai além do valor cobrado aos visitantes. Os comunistas questionam a decisão de criar «mais uma taxa» para financiar a conservação do património, a limpeza, o espaço público, a cultura e a promoção turística, objetivos que, segundo o partido, a Câmara apresenta para justificar a proposta.

Para o PCP, manter a cidade limpa, preservar o património e assegurar serviços públicos de qualidade são responsabilidades permanentes do Município. O partido considera que a taxa transfere para quem visita Tomar custos que devem ser suportados através de investimento público.

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