«Hoje só preciso de respirar fundo. Amanhã vou acordar, vou treinar outra vez, vou preparar os próximos objetivos», afirmou a atleta de 27 anos, em declarações à agência Lusa, após perder o combate de atribuição da medalha de bronze na categoria de -78 kg, frente à japonesa Kurena Ikeda.
A representante da Sociedade Filarmónica Gualdim Pais, de Tomar, venceu três combates antes de ser afastada da final pela judoca Yelyzaveta Lytvynenko, de origem ucraniana e a competir pelos Emirados Árabes Unidos, que viria a conquistar o título mundial.
Patrícia Sampaio iniciou a competição com uma vitória difícil frente à turca Tuana Gulenay, no prolongamento, antes de superar a belga Vicky Verschaere, em apenas 37 segundos, e a brasileira Beatriz Freitas, ambas por ippon.
Nas meias-finais, a portuguesa acabou derrotada por Lytvynenko, adversária que nunca a tinha vencido, e, já na luta pelo bronze, perdeu por yuko frente a Kurena Ikeda, repetindo uma derrota sofrida anteriormente diante da japonesa.
«Não sendo nenhum dos combates impossíveis de ganhar, elas foram melhores do que eu», reconheceu Patrícia Sampaio, que assumiu também o desgaste físico sentido na fase decisiva da competição, sem procurar desculpas para o resultado.
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