Segundo um comunicado da IP, a nova unidade, a instalar no Complexo Logístico do Entroncamento, terá uma potência de cinco megawatts-pico (MWp), baterias para armazenamento de energia e uma produção anual estimada de oito gigawatts-hora (GWh).
A energia produzida poderá representar cerca de 30% do consumo da subestação ferroviária do Entroncamento, contribuindo para reduzir a dependência da aquisição de eletricidade no mercado energético.
O projeto, atualmente em fase de contratação, constitui a primeira unidade da nova estratégia de produção própria de energia solar da IP, que prevê atingir uma potência instalada de 50 MWp nos próximos quatro anos.
A empresa estima que, quando estiver concretizado, este programa possa assegurar cerca de 25% das atuais necessidades de energia da operação da rede ferroviária nacional, permitindo reduzir as emissões de gases com efeito de estufa em cerca de 16.800 toneladas de dióxido de carbono equivalente por ano.
Segundo a IP, a futura central do Entroncamento destina-se a fornecer energia para a tração elétrica de comboios de passageiros e mercadorias e permitirá testar soluções técnicas e operacionais que poderão ser posteriormente utilizadas noutras instalações ferroviárias.
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