As conclusões do encontro, realizado no Centro Cultural de Sardoal, defendem ainda investimento em soluções de mobilidade adaptadas aos territórios rurais, reforço dos serviços de proximidade e financiamento continuado de modelos de inovação que aproximem empresas, comunidades, ensino superior e centros tecnológicos.
“O que fica deste Fórum é, acima de tudo, uma agenda de trabalho comum”, disse à Lusa o presidente da NERSANT - Associação Empresarial da Região de Santarém, Rui Serrano, entidade promotora da iniciativa.
Segundo Rui Serrano, o encontro juntou municípios, Comunidade Intermunicipal (CIM), associações de desenvolvimento local, empresas, academia e centros tecnológicos, procurando que as iniciativas Smart Villages deixem de funcionar isoladamente e passem a integrar uma política de território.
Entre as áreas identificadas estão a digitalização das micro e pequenas empresas e dos serviços de proximidade, inovação aberta, eficiência energética e comunidades de energia, mobilidade, valorização do património e turismo sustentável e reforço do papel das associações de desenvolvimento local e dos Grupos de Ação Local.
As conclusões defendem também linhas de financiamento e acompanhamento técnico ajustadas à dimensão das empresas rurais, sobretudo nos processos de digitalização, inovação e transição energética, sem que esteja, nesta fase, prevista a criação de um novo instrumento financeiro.
O que achou desta notícia?
Encontrou um erro ou esta notícia diz-lhe respeito? Pedir uma correção ou a retirada.