Chama-se acorda e é uma nova editora, sediada em Tomar, que, fazendo jus aos melhores princípios da literatura, tem uma leitura polissémica: a corda, que se acomoda no símbolo gráfico e no lema “livros com fibra”; mas também o imperativo do verbo acordar. E se a primeira acepção, com várias declinações, se aplica àquilo que vai ser o funcionamento deste projecto, incluindo a ideia de estendal…
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